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Categoria: Pesquisas

Pesquisa aponta cenário fragmentado na disputa pelo governo do RN

Levantamento do Instituto Potiguar de Opinião mostra quatro nomes dentro de uma faixa estreita e um contingente de indecisos que ainda decide a eleição. Conteúdo fictício, criado para demonstração.
26 de agosto de 2026, 09h15 · 3 min de leitura

A um ano e pouco do primeiro turno, a disputa pelo governo do Rio Grande do Norte chega ao segundo semestre sem um nome consolidado. É o que aponta o levantamento divulgado nesta terça-feira (25) pelo Instituto Potiguar de Opinião, que ouviu 1.208 eleitores em 32 municípios do estado.

O dado que mais chama atenção não está no topo da lista, e sim no rodapé: 26% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar um nome. É um bloco maior do que o do primeiro colocado no cenário estimulado.

O que diz o levantamento

NomeIntenção de votoVariação desde maio
Helena Quirino21%+2 p.p.
Otávio Bezerril18%estável
Marina Dantas15%+3 p.p.
Rafael Sampaio11%-1 p.p.
Brancos e nulos9%-2 p.p.
Não sabe / não respondeu26%-2 p.p.
Cenário estimulado. Margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Dados fictícios.

Com a margem de erro aplicada, os três primeiros colocados estão tecnicamente embolados. Na prática, o levantamento descreve um jogo em aberto, não uma corrida com favorito.

Quando o bloco de indecisos é maior que o do primeiro colocado, a pesquisa está medindo o tamanho do vazio, não a força de um candidato. Esse eleitor ainda não entrou na eleição.

Cristiane Vilar, cientista política
Pessoas reunidas em audiência pública
Audiências públicas e plenárias de bairro voltaram ao calendário dos pré-candidatos. Imagem ilustrativa.

Rejeição e quem ainda pode mudar de ideia

O instituto também mediu a rejeição de cada nome e o grau de convicção do eleitor. Os principais achados:

  • Nenhum dos quatro nomes testados ultrapassa 30% de rejeição.
  • Entre quem já escolheu um nome, 41% dizem que podem mudar até a eleição.
  • Na Região Metropolitana de Natal, o percentual de indecisos cai para 19%.
  • No Alto Oeste e no Seridó, o mesmo índice sobe para 33%.

A diferença entre capital e interior é o ponto que mais deve orientar a pré-campanha nos próximos meses. Enquanto Natal e Parnamirim já discutem nomes, boa parte do interior ainda discute temas.

Metodologia

Foram 1.208 entrevistas presenciais entre os dias 18 e 22 de agosto de 2026, com eleitores acima de 16 anos, em 32 municípios. O nível de confiança declarado é de 95%.


Conteúdo fictício, produzido apenas para demonstração do site. Nomes, institutos e números não correspondem a pessoas, entidades ou pesquisas reais.

Saneamento lidera lista de prioridades apontadas por potiguares, diz pesquisa

Em resposta espontânea, 63% dos entrevistados citaram esgotamento sanitário e abastecimento de água entre as duas maiores urgências do estado, à frente de saúde e segurança. Conteúdo fictício.
16 de agosto de 2026, 10h00 · 2 min de leitura

Pela primeira vez em quatro edições da série, o saneamento aparece no topo da lista de prioridades apontadas por moradores do Rio Grande do Norte. O dado é do Observatório do Semiárido, que ouviu 940 pessoas em 18 municípios.

A pergunta era aberta — sem lista de opções — e cada entrevistado podia citar até duas urgências. O resultado:

Tema citadoMenções
Saneamento e água63%
Saúde58%
Segurança44%
Emprego e renda39%
Educação31%
Resposta espontânea, até duas menções por entrevistado. Dados fictícios.

Por que a mudança

Os pesquisadores atribuem o salto a dois fatores: a sucessão de episódios de rodízio no abastecimento em cidades do interior e a maior visibilidade de obras de esgotamento em bairros periféricos das cidades médias.

Rio cortando área urbana
Cursos d’água em áreas urbanas aparecem com frequência nas respostas sobre qualidade de vida. Imagem ilustrativa.

Saneamento não costuma ganhar eleição, mas perde. É um tema que só aparece na conversa quando falta, e quando falta ele domina tudo.

Núbia Rocha, pesquisadora responsável pelo levantamento

Recortes que chamam atenção

  • Na Região Metropolitana de Natal, segurança empata com saneamento (52% cada).
  • No Alto Oeste, o tema chega a 71% das menções.
  • Entre entrevistados de 16 a 24 anos, emprego e renda lidera com 47%.
  • Educação aparece mais entre mulheres (36%) do que entre homens (26%).

Efeito na agenda

O resultado já começa a aparecer no discurso público. Nas últimas três semanas, ao menos seis prefeituras anunciaram cronogramas de obras de abastecimento — algumas com recursos já contratados, outras ainda em fase de projeto.


Conteúdo fictício, produzido apenas para demonstração do site. Instituto, números e falas não são reais.

Emprego formal cresce no interior e muda o mapa econômico do RN

Alto Oeste e Seridó lideram a variação de vagas com carteira assinada em 12 meses, enquanto a Região Metropolitana cresce abaixo da média estadual. Conteúdo fictício.
8 de agosto de 2026, 08h20 · 2 min de leitura

O interior do Rio Grande do Norte está criando vagas com carteira assinada em ritmo mais acelerado que a capital. É o que mostra o painel de emprego divulgado nesta semana, com dados acumulados em 12 meses.

RegiãoVariação em 12 meses
Alto Oeste+9,4%
Seridó+7,8%
Agreste+6,1%
Litoral Norte+5,2%
Região Metropolitana+3,7%
Variação do saldo de empregos formais por região. Dados fictícios.

O que puxou o resultado

Três setores respondem pela maior parte do saldo positivo no interior: confecção, agroindústria e serviços ligados à instalação e manutenção de parques de geração de energia.

  • Confecção: expansão de facções em cidades do Agreste e do Seridó.
  • Agroindústria: novas unidades de beneficiamento no Vale do Açu.
  • Energia: contratações temporárias que vêm sendo convertidas em efetivas.
Trabalhador com capacete em canteiro de obras
Obras de infraestrutura respondem por parte relevante das contratações no interior. Imagem ilustrativa.

A ressalva importante

O crescimento percentual é maior no interior porque a base é menor. Em número absoluto de vagas, a Região Metropolitana de Natal continua concentrando a maior parte do estoque de empregos formais do estado.

É um movimento real, mas ainda frágil. Boa parte dessas vagas está ligada a obras. Quando a obra termina, o teste de verdade começa.

Simone Trindade, economista

Salário médio e rotatividade

O salário médio de admissão no interior segue abaixo do registrado na capital, e a rotatividade é mais alta — sinal de que a expansão está concentrada em postos de menor qualificação. Reduzir essa distância é, segundo os pesquisadores, a próxima etapa do processo.


Conteúdo fictício, produzido apenas para demonstração do site. Dados e declarações não são reais.